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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2006

Capitalismo – passado o prazo de validade?

Revisão do livro: The Chávez Code – Cracking US Intervention in Venezuela [O Código de Chávez – Desmontando a Intervenção dos EUA na Venezuela] por Eva Golinger

 

Talvez o maior triunfo do capitalismo moderno tenha sido a sua capacidade de se vender a ele mesmo e fazê-lo através de meios lícitos e ilícitos, com ênfase nos ilícitos.

Historicamente, tem sido a CIA, até os anos 1990, quem tem feito o trabalho sujo do imperialismo dos EUA como claramente mostra a história. No entanto, o historial da CIA em termos de derrube de governos estrangeiros está longe de ser uma história de sucesso. Era necessária uma nova estratégia, uma que não estivesse manchada com o rótulo dos “truques baixos” dos anos de Nixon e que pudesse ser vendida ao público por baixo da capa de “espalhar a democracia”, a do estilo ocidental, claro.

À parte do óbvio arnês dos media corporativos e estatais neste processo, tem estado a criação e inúmeras “fundações”, “ONGs”, e outros dos vários órgãos do estado tais como a United States Agency for International Development [Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional] (USAID) e a pletora de estruturas quase-governamentais como o National Endowment for Democracy [Fundação Nacional para a Democracia] (NED).


O chamado grande negócio tem sido parte integrante deste processo, canalizando literalmente milhares de milhões de dólares para uma grande quantidade de fundações e de “think tanks” [grupos de estudos] que trabalham, unha com carne, com o estado, não apenas a projectar o modo de vida capitalista mas também interferindo directamente nos assuntos internos de países estrangeiros, sempre que a “propriedade privada” possa parecer ameaçada.

Estas fundações têm toda a aparência de instituições “objectivas” e “neutrais”, usando um batalhão de “especialistas” em todos os campos concebíveis. Para além disso, também trabalham em conjunto com companhias de Relações Públicas e organizações de sondagens, cujo trabalho é traduzir os seus trabalhos de “aprendizagem” e “investigação” para trabalhos mastigáveis pelo público através dos meios de comunicação corporativos e estatais cúmplices.

Vistos colectivamente, eles representam um vasto recurso que tem sido construído pelos grandes poderes ocidentais principalmente desde a Segunda Guerra Mundial, apesar dos dois mais infames – o Council on Foreign Relations [Conselho de Relações Externas] (nos EUA) e o seu equivalente no Reino Unido, Chatham House, terem sido instituídos no início de século XX. Mas estas duas estruturas eram subsidiárias directas do governo e trabalham numa ligação próxima com o governo no planeamento de estratégias e análises imperiais. A Chatham House, por exemplo, foi criada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico.

Uma análise destas instituições revela que as direcções são dominadas pelos “capitães da indústria”, por militares e por serviços de segurança, e por membros de topo da burocracia estatal. Os mesmos nomes aparecem repetidamente nas direcções. Ao lado deste notáveis, encontramos um exército de académicos – a maioria está devidamente equipada com os necessários doutoramentos e mestrados no seu campo de estudo – do melhor que há para lhes dar o ar certo de autoridade.

As razões do seu sucesso na venda do capitalismo não são imediatamente óbvias, pois elas não apenas operam nos bastidores como também trabalham em colaboração com os meios de comunicação estatais e corporativos que os usam como fontes “fiáveis” ou sempre que é preciso um carimbo de “especialista”, legitimando assim a propaganda. Agem como um “apoio” e um ponto de referência para pronunciamentos públicos feitos pelo estado e especialmente pelos media, nomeadamente quando a linha governamental é posta à prova.

A sua semelhança com a forma como funciona o jornalismo corporativo não é mero acaso, pois ambos se baseiam nas universidades e organizações de investigação, o que lhes dá o selo de autoridade, e também fazem uma lavagem cerebral – perdão, educam – as centenas de milhares de tecnocratas que labutam fielmente no seu serviço. É uma aliança pouco santa sem paralelo na história.

Qualquer pessoa que tenha ouvido um dos vários programas “noticiosos” da BBC, deve estar familiarizado com os seus nomes, sempre que é preciso um “especialista”; o Carnegie Endowment, a Ford Foundation, a International Peace Foundation, a lista é virtualmente interminável. Muitas são criadas por grandes corporações como a Coors Beer, Olin Corporation e por aí fora. Todas têm como objectivo principal, vender o modo de vida capitalista, isto é, a primazia da propriedade privada, o “mercado”, a “livre iniciativa”, etc.

Mas quando se trata de derrubar e/ou subverter governos estrangeiros cujas políticas são consideradas inimigas do capitalismo global, sobressai uma mão cheia de organizações. Fundadas directa ou indirectamente pelos EUA, formulam e canalizam objectivos de política internacional, muitas vezes através de estruturas existentes nos países alvo; partidos políticos, ONGs, companhias de Relações Públicas, sindicatos, organizações de negócios, companhias privadas de comunicação e por aí fora, bem como estruturas militares, de segurança e estatais quando apropriado.

É virtualmente impossível sobre-estimar o poder e a importância destas estruturas, pois elas são extensões essenciais do estado capitalista mas sem as limitações do estado, restringido como está tantas vezes, nas leis “ridículas” que governam o que se pode e não se pode fazer, especialmente quando interferem nos assuntos de estados soberanos. De facto, foram as leis dos EUA que impediram a guerra de Reagan contra os Sandinistas, que levaram ao uso de estruturas encobertas como a NED e o infame escândalo do Irão-contra.

Assim sendo, estas organizações mostram uma “negação plausível” quando apanhadas a interferir nos assuntos de outros países, mesmo quando fundadas directamente pelo estado, principalmente usando a cobertura da “promoção da democracia”, “governo limpo”, ou “desenvolvimento da sociedade civil”, ou que quer que seja mais conveniente em cada situação. Como elas operam ostensivamente através de estruturas locais (mesmo que totalmente dependentes de financiamento dos EUA para as suas operações, até mesmo para a sua própria existência), o governo dos EUA pode negar, e nega, qualquer envolvimento directo.

 

O “National Endowment for Democracy” [Fundação Nacional para a Democracia]


No início dos anos 1980, a administração Regan formou o “Office of Public Diplomacy” (OPD) [Departamento de Diplomacia Pública], para ostensivamente lidar com os Sandinistas na Nicarágua, depois de um falhanço na guerra que ficou conhecida como “contra”, para afastar o governo Sandinista com uma intervenção militar e uma campanha de terror. O OPD, dirigido por Otto Reich, produziu “propaganda negra”, e desinformação sobre o governo Sandinista, colocou histórias nos meios de comunicação usando nomes falsos, incluindo a mal afamado invenção sobre os “MIGs Soviéticos”.
[1]

O OPD tornou-se o modelo para a intervenção norte-americana e em 1983 foi criado o “National Endowment for Democracy” que, em conjunto com a USAID e a AFL-CIO AFIELD e um grupo de outras estruturas subversivas, retomaram de onde a guerra “contra” tinha ficado.

Em 1990, a NED produziu uma estratégia que provou ser bastante eficaz em ver-se livre de governos que dão problemas e que não fazem o que lhes mandam. Tão eficaz foi que, desde aí, tem sido usada no Haiti, Jugoslávia, Ucrânia e noutros países.

O uso de tais estruturas não é novo, a USAID, membros da CIA e organizações afiliadas na AFL-CIO (a organização do trabalho nos EUA) têm sido usadas com eficácia nalguns países africanos há alguns anos, para subverter movimentos progressistas, especialmente organizações de trabalhadores, e os britânicos têm feito o mesmo (ver exemplo como é que o Reino Unido manipulou o processo de “independência” na Nigéria, para assegurar que uma administração pós-colonial complacente ficasse com o poder, e isto num governo “Trabalhista”, o que deve ser suficiente para desenganar qualquer um que julgue que o governo de Blair tem algum tipo de distanciamento do passado de “buldog” imperial).

O que foi novidade na NED foi o modo de operar através de organizações de fachada em grande escala para manipular processos eleitorais ou então, quando isso falhasse, apoiar golpes de estado, o que me leva ao livro de Eva Golinger, “O Código de Chávez”.

As experiências das acções subversivas dos EUA, as infrutíferas e as de sucesso, no Chile, Nicarágua e qualquer outro local, são trazidas à colação numa sucessão de tentativas de minar e derrubar o governo de Chávez. Não são poupados esforços nesse intento, como Golinger demonstra decisivamente, com pelo menos 20 milhões de dólares [perto de 15 milhões de euros] gastos nessa missão, desde que Chávez chegou ao poder.

Revelar o processo não é nada se não servir para instruir sobre o modo de funcionamento imperialista, e ensinar que independentemente de quanto dinheiro atirarmos ao “problema”, isso não garante necessariamente um sucesso, como amplamente demonstra o exemplo da Venezuela. Mas para parafrasear, “o espectáculo não acaba enquanto o gordo ‘gringo’ não cantar”, que é por isso que este livro é tão importante.

Golinger documenta o processo com detalhe meticuloso; qualquer estratagema matreiro é ilustrado, o seu mecanismo, os canais por onde circula o dinheiro, os receptores e as relações entre as organizações “indígenas” (muitas das quais não existiriam sem os milhões de dólares vindos dos cofres do governo dos EUA) e a fileira de organizações dos EUA que são usadas para as financiar, e em muitas situações, para as dirigir. O termo “marioneta” toma uma etimologia completamente nova nas tentativas (cada vez mais desesperadas) dos EUA de derrubarem Chávez.

Eis uma lista parcial das organizações usadas na tentativa de derrube do governo venezuelano:

American Political Foundation (APF) criada no final dos anos 1970, uma estrutura protectora usada para financiar as seguintes (entre muitas)

Center for Strategic Studies, American Enterprise Institute, e foi sob os auspícios da APF que a NED foi criada, que por sua vez fundou,

Center for International Private Enterprise (CIPE), o National Democratic Institute (a Fundação do Partido Democrata), o International Republican Institute (o mesmo mas do Partido Republicano), o Free Trade Union Institute (FTUI), o afiliado American Center for International Labor Solidarity (ACILS, anteriormente conhecido por American Institute for Free Labour Development, AIFLD).

Para além das enumeradas, a outra organização chave usada pelos EUA foi o Office of Transitional Initiatives (OTI), criado ostensivamente para “apoiar” governos de transição. A OTI teve um papel importante no referendo que pretendia remover Chávez (mais um falhanço por parte dos EUA).

É impossivel fazer aqui uma listagem do número total de estruturas financiadas e/ou criadas com dólares dos impostos dos EUA mas, entre elas está a Coordinadora Democrática (CD) com um nome semelhante à Coordinadora Democrática Nicaragüense, criada para retirar o governo sandinista. A CD é consistida por cerca de dez partidos políticos e um leque de organizações da sociedade civil, todos opondo-se a Chávez.

A gama de mecanismos usados para derrubar o governo venezuelano é bastante imaginativa e usa as mais sofisticadas técnicas, especialmente o uso da televisão, já que na Venezuela, 95% dos canais de televisão nacionais estão nas mãos de privados e são todos ardentemente anti-Chávez. Em contraste, só há uma estação de televisão nacional pública. Duas famílias apenas, controlam a televisão comercial na Venezuela:

“Os Cisneros, que são donos da Venevisión (a maior estação de televisão do país), e o Bottome and Granier Group, que detém a Radio Caracas Televisión (RCTV) e a Radio Caracas Radio … Este mesmo pequeno grupo de proprietários de meios de comunicação, não é apenas dono dos circuitos de transmissão mas também tem agências próprias de publicidade e de relações públicas… bem como editoras e outras indústrias culturais… Cisneros também tem… mais de 70 empresas de comunicação em 39 países.”

 

Com este monopólio dos media, a máquina de subversão dos EUA tinha pronta uma quinta coluna in-situ, disposta e capaz de fazer o seu trabalho, e foi durante a tentativa de golpe de estado em 2002 e na subsequente “greve” dos patrões (mais precisamente um lock-out [bloqueio] dos trabalhadores) que testemunhámos o incrível poder dos grandes meios de comunicação na oscilação da opinião pública.

A “greve”, que durou 64 dias, durante o qual o império Cisneros utilizou o seu monopólio dos meios de comunicação e também o seu controlo da distribuição de produtos alimentares e bebidas para, literalmente, tentava provocar a submissão dos venezuelanos pela fome. Como afirma a Golinger

“Os media privados agarraram a oportunidade para lançar a maior guerra de informação já vista nos tempos modernos. As quatro principais estações suspenderam a sua programação regular durante os 64 dias: nem publicidade, nem novelas, nem filmes, nem desenhos animados, nem séries de comédia.”

 

 Citando o especialista em media, Luis Britto Garcia

 

“Juntaram-se nada menos do que quatro canais de televisão [para não falar sobre a rádio e a imprensa], 24 horas por dia em Dezembro de 2002 e Janeiro de 2003, e transmitiram 17 600 anúncios de propaganda contra o governo, dedicaram toda a sua programação, sem descansar um segundo, a denegrir o governo através de um jornalismo sensacionalista, causando todo o tipo de alarme e rumores para provocar o terror, precisamente.”

Usaram-se estes métodos, falharam, foram descartados mas mais meios foram empregues, com cada novo falhanço a informar sobre as subsequentes tentativas de derrube.

 

As acções dos EUA e os media ocidentais

Não é aqui o local certo para nomear a sequência real dos acontecimentos, leiam o livro para terem um relato passo-a-passo das tentativas sucessivas de derrubar o governo liderado por Chávez. Para nós no ocidente, penso que o mais importante será analisar a forma como essas tentativas foram relatadas pelos meios de comunicação ocidentais, ou antes, mal relatadas.

Sem o “fogo de cobertura” dos media ocidentais, o programa de desestabilização e subversão da sociedade venezuelana seria impossível de esconder, e ainda mais importante, vender, como ilustra a história seguinte. Isto é suportado por inúmeros exemplos, desde as descrições mais simplistas de Chávez como ‘fervoroso’, ‘anti-americano’, ‘confrontador’, ‘populista’, ‘anti-democrático’, ‘ditatorial’ e uma série de outros epítetos até ao assumir que o que quer que os EUA façam na Venezuela, têm todo o direito a fazê-lo! Isto inclui o financiamento e mesmo a criação de partidos políticos que se opõem a Chávez, financiamento de propaganda, interferência nos assuntos dos sindicatos, educação, de facto, a todos os níveis da sociedade venezuelana, os EUA tentam controlar a direcção dos acontecimentos a seu favor.

“A Venezuela, nação rica em petróleo mas politicamente instável, emerge como um potencial eixo de terrorismo no hemisférios ocidental, dando apoio a radicais islâmicos do Médio Oriente e a outros terroristas, dizem responsáveis militares e de espionagem norte-americanos… Grupos terroristas do Médio Oriente estão a operacionalizar células de apoio na Venezuela o outros locais da região andina… A Venezuela está a apoiar grupos armados da oposição na vizinha Colômbia; estes grupos estão na lista oficial dos EUA de organizações terroristas e também estão ligados ao tráfico de droga” ” — US News and World Report, 6 de Outubro de 2003

 

O extracto anterior baseia-se num “oficial anónimo dos EUA” e de acordo com a revista, a reportagem resultou de uma investigação “exaustiva”, mas nem uma única palavra foi substanciada! Histórias como esta aparecem nos grandes meios de comunicação como cogumelos depois de uma chuva, e desaparecem logo a seguir. O seu objectivo é lançar as sementes da desconfiança e da culpa por associação, e cumpridos os seus objectivos, as mentiras e desinformação raramente, ou nunca, são retratadas. Tais reportagens aparecem com uma regularidade entediante nos grandes media e são invariavelmente lançadas por agências governamentais e “porta-vozes” como este acima.

A campanha de desinformação ocidental persiste, por exemplo no seguinte artigo que foi analisado pela Fairness and Accuracy in Reporting (FAIR),

“Em Abril, o editor delegado do [Washington] Post, Jackson Dieh, escreveu que o Chávez ‘nunca gozou de um esmagador apoio na Venezuela’, acrescentando, ‘as suas percentagens quase sempre flutuaram um pouco acima ou abaixo dos 50 por cento.’” In Venezuela, Locking Up the Vote’, Por Jackson Diehl, The Washington Post, Segunda-Feira, 10 de Abril de 2006; Pág. A17

“Como mais tarde explicou a FAIR, num carta a Diehl pedindo a sua documentação ("Ignoring Inaccuracy at the Washington Post," 2/Maio/2006), Chávez ganhou três eleições com os resultados finais a variarem entre os 56 e os 60 por cento do voto popular, e as sondagens de opinião registaram níveis de apoio a Chávez desde os 68 até 71 por cento – como é relatado no próprio jornal de Diehl. (5/Dezembro/2005).”

Não podia haver exemplo mais claro da forma ideológica como os media ocidentais tentam inclinar a opinião pública na direcção que apoie as pretensões e acções do capitalismo ocidental, do que a campanha de diabolização de Chávez, conduzida pelos meios de comunicação corporativos. Vistas as coisas, os media corporativos e os media estatais são efectivamente uma e a mesma coisa e têm um único objectivo – a preservação da ordem capitalista.

Deste modo, os gumes da subversão interna e da desestabilização mais uma campanha externa dos media dirigida às populações domésticas das elites imperiais, complementam-se uma à outra, com a última a dar credibilidade à anterior.

Precisamos de mais publicações como o “Código de Chávez”, pois o que é revelado por Golinger sobre a Venezuela é apenas a ponta de um iceberg global da subversão norte-americana que aumenta com crescente desespero, à medida que tenta reduzir os ganhos daquilo que é claramente um movimento crescente de resistência às espoliações do capital global.

The Chávez Code – Cracking US Intervention in Venezuela por Eva Golinger. Pluto Press, 2006. Compre na Amazon (UK), (US).

Note
1.
Para mais informação sobre a OPD ver www.sourcewatch.org/index.php?title=Office_of_Public_Diplomacy

 

Texto publicado por William Bowles em http://williambowles.info/ini/2006/1106/ini-0462.html a 30 de Novembro de 2006. Traduzido por Alexandre Leite.

publicado por Alexandre Leite às 22:30
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