WTC7

.posts recentes

. Le Pen, Macron e o Fascis...

. Entre a espada e a parede

. Trabalho com precariedade

. Saindo da UE

. A rapina de Timor-Leste: ...

. Empresa de limpeza em Tel...

. De quem é o vírus Zika?

. Bem-vindos ao apartheid d...

. Adolescente americana ame...

. Perante o caos, o saque e...

. A canalhice final contra ...

. Atirá-los ao mar

. Pensar a violência

. O que queremos dizer quan...

. “Je Suis CIA”


Tecnologia de FreeFind

.Arquivos

.subscrever feeds

blogs SAPO
Sábado, 10 de Fevereiro de 2007

Sindicatos do Comérico sul-africanos apelam ao boicote, numa recente declaração solidária

O Sindicato dos Trabalhadores Aliados da Alimentação (FAWU) condenou três grandes lojas sul-africanas – Shoprite Checkers, Pick ‘n Pay e Fruit and Veg – pela sua importação de produtos agrícolas de Israel.

 

Numa declaração à imprensa divulgada a 23 de Janeiro, o sindicato afirmou:

 

“Estamos consternados com a intensidade da dificuldade do povo palestiniano na obtenção de mantimentos de um estado opressor e de apartheid como é Israel. Parece estar a esfregar sal nas feridas de palestinianos para obter bens alimentares.”

 

Referindo-se à continuada importação de pêra abacate a partir de Israel, a declaração à imprensa prossegue dizendo:

 

“Nós estamos convencidos que a importação destes bens está em contravenção com o espírito de várias convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

 

Apelamos aos retalhistas supracitados que cessem imediatamente a importação de produtos de Israel. Apesar de estarmos contentes com o número de bens alimentícios obtido localmente, achamos que lojas com as vossas podem facilmente procurar estes produtos “fora de época” noutros países, mesmo que isso implique pagar um preço ligeiramente mais alto. De acordo com dados apresentados pelo Director Administrativo do Grupo Shoprite, Brian Weyers, esta empresa importa 1,12% de todos os produtos importados, a partir de Israel. Sendo uma percentagem relativamente pequena, não deve fazer uma grande diferença importá-los de outros países que não oprimam.

 

Retalhistas como vocês não devem ter de esperar por acordos formais de comércio, por exemplo da ONU ou do governo sul-africano, para se comportarem de uma forma moralmente aceitável, rejeitando produtos de países opressores como Israel. De facto, a experiência do tempo do apartheid na África do Sul ensinou-nos a ser exemplares quanto toca a condenar comportamentos racistas e opressores.”


O pedido retoma alguns dos apelos feitos nos recentes meses pelo Congresso de Sindicatos do Comércio Sul-Africanos (COSATU), uma federação de numerosos sindicatos do comércio e baseia-se no espírito de solidariedade internacional que esteve presente em boicotes globais e sanções anti-apartheid nas décadas de 1970 e 80.

 

 

Texto publicado a 10 de Fevereiro em http://stopthewall.org/worldwideactivism/1400.shtml inserido na Campanha Contra o Muro do Apartheid. Traduzido por Alexandre Leite.

publicado por Alexandre Leite às 21:18
link do post | comentar | favorito
|

Todos os textos aqui publicados são traduções para português de originais noutras línguas. Deve ser consultado o texto original para confirmar a correcta tradução. Todos os artigos incluem a indicação da localização do texto original.

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Crise Alimentar

A maior demonstração do falhanço histórico do modelo capitalista



Em solidariedade com a ACVC

Camponeses perseguidos na Colômbia

"Com a prosperidade dos agrocombustíveis, a terra e o trabalho do Sul estão outra vez a ser explorados para perpetuar os padrões de consumo injusto e insustentável do Norte"



Investigando o novo Imperialismo

↑ Grab this Headline Animator


.Vejam também:

Associação de Solidariedade com Euskal HerriaManifesto 74
Sara Ocidental Passa Palavra
XatooPimenta NegraO ComuneiroODiárioResistir.InfoPelo SocialismoPrimeira Linha
Menos Um CarroJornal Mudar de Vida
Blogue OndasBioterra





InI Facebook

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.