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Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

Marrocos, Polisário continua conversações sobre Sara Ocidental

Espera-se que a segunda ronda de conversações cara-a-cara se foque nas medidas de estabelecimento de confiança

Marrocos e o movimento independentista Polisário irão encontrar-se no próximo sábado perto de Nova Iorque para um segundo dia de conversações, patrocinadas pelas Nações Unidas, sobre a sua disputa já com 32 anos, sobre o Sara Ocidental.

Os dois lados iniciaram negociações na sexta-feira em Manhasseet, a leste da cidade de Nova Iorque, dois meses depois de terem retomado as conversações sobre o território.

 

Saara Ocidental

Irá a controvérsia terminar?


Os dois lados tiveram o seu primeiro encontro cara-a-cara em sete anos em Junho, mas o encontro não conseguiu um avanço nos seus antigos desacordos e terminou com ambos os lados a pedirem ao outro para se empenhar.

As conversas visam o estatuto do território norte-africano. A Polisário pretende um referendo que ofereça total autonomia ou independência, enquanto Rabat até agora só esteve disposta a oferecer uma autonomia limitada sob soberania marroquina.

A segunda ronda de negociações, tal como a primeira, tem como anfitrião Peter Van Walsumlo, enviado de Ban Ki-moon, das Nações Unidas, para o Sara Ocidental.

"Eu espero que mantenham a mesma boa atmosfera que caracterizou a primeira ronda. No entanto a atmosfera não é tudo," disse Van Walsum às duas partes no início das conversações na sexta-feira, de acordo com um porta-voz.

"O Conselho de Segurança espera que tenhamos uma conduta de boa fé e negociações produtivas", acrescentou.

As conversações no Sábado seriam para se focarem medidas de estabelecimento de confiança, de acordo com uma fonte oficial da Polisário em Algiers.

O Ministro do Interior de Marrocos, Chakib Benmoussa, que liderou a delegação de Rabat, disse depois da ronda de Junho, que a Polisário ainda tinha de fazer concessões para responder a uma proposta de autonomia que Rabat fez em Abril.

Um outro membro da delegação marroquina, Khelli Hanna Ould Errachid, presidente do Conselho Consultivo Real para os Assuntos do Sara, apelou à Polisário que faça maiores concessões para ajudar a ultrapassar o impasse.

"O que nós necessitamos é de mais concessões, de paciência, diálogo e renúncia de dogmatismos", disse Errachid. "Marrocos desistiu da integração total (do Sara Ocidental) e nós esperamos que a outra parte desista da independência total".

No início deste mês, o rei marroquino Mohammed VI alertou sobre a "balcanização" do continente africano devido a movimentos separatistas.

Mahfoud Ali Beiba, que dirigiu a delegação Polisário, reafirmou que o objectivo da organização é conseguir a auto-determinação total para o Sara Ocidental e disse que as negociações iram necessitar de "perseverança, paciência e criatividade."

Ele fez um apelo a que os "nossos irmãos marroquinos enfrentem a História em conjunto connosco, aproveitando esta histórica janela de oportunidade que se abriu."

A porta-voz da ONU, Michele Montas, descreveu a primeira ronda de Junho como "muito difícil" e "o início de um longo processo."

As conversações de Junho foram marcadas depois de, em Abril, o Conselho de Segurança da ONU ter apelado a Marrocos e à Polisário para iniciarem conversações directas patrocinadas pela ONU.

Rabat anexou o território do noroeste africano, na costa atlântica, depois do anterior dono colonial, a Espanha, e da vizinha Mauritânia, terem saído nos anos 1970, conduzindo a uma longa guerra de 16 anos com a Frente Polisário.

Os dois lados acordaram um cessar-fogo em 1991, mas Rabat rejeitou sempre um prometido referendo de auto-determinação e desde 2002 tem insistido que tal votação não é necessária.

Em Abril, Marrocos propôs um referendo sobre a autonomia que permitisse que o Sara Ocidental tivesse controlo sobre os seus assuntos, com instituições legislativas, executivas e judiciais, mas debaixo da soberania marroquina.

Rabat também pretende que a Argélia, o principal apoiante da Polisário, seja envolvida em quaisquer acordos. Estiveram presentes delegados da Argélia e da Mauritânia nas conversações de sexta-feira.

 


Texto publicado em Midle East Online  a 11 de Agosto de 2007. Traduzido por Alexandre Leite para a Tlaxcala.

publicado por Alexandre Leite às 12:44
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6 comentários:
De sarita a 7 de Outubro de 2007 às 02:08
Toda a verdade sobre o Sara Ocidental e a proposta marroquina de autonomia no site oficial do Conselho Real Consultivo para os Assuntos Sarianos (CORCAS), em língua portuguesa:

http://www.corcas.com/Default.aspx?alias=www.corcas.com/pt

O site é actualizado diariamente.
De sarita a 23 de Dezembro de 2007 às 10:08
« Ma mémoire a été violée… »
Ecrit par Saïd Mokhtari
25-11-2007
Ses mains repliées, paralysées à jamais, témoignent des stigmates de sa longue détention au sein des camps de Tindouf. Le Capitaine K., emprisonné à l’âge de 30 ans, a passé plus de la moitié de sa vie enfermé dans les geôles du Polisario. Son visage est digne, malgré les humiliations, les tortures, la faim, et une attente interminable. « Je n’ai jamais douté que je reviendrais au Maroc » nous dit-il. Pourtant, le Capitaine K est détenteur d’un record dont il aurait pu bien se passer, il fait partie des plus anciens prisonniers politiques au monde.
La description de ses conditions de détention avec ses camarades ne laisse aucun doute sur l’inhumanité de ses geôliers. « En 30 ans, je n’ai jamais vu un soldat du Front Polisario, ce sont les militaires algériens qui gardaient notre prison, et qui assuraient les nombreux transferts ». Enlevé à la fleur de l’âge, le Capitaine K. n’aura pas vu ses enfants grandir. « Etre prisonnier, ça veut dire la perte de la notion du temps, les moments d’espoir se succédaient à ceux de découragement profond, notre vie a réellement changée le jour où, après avoir corrompu nos gardiens, nous avons pu avoir une télévision, ce qui nous permettait de voir les images de la mère patrie. A partir de là, tout à changé, nous nous rendions bien compte que notre pays faisait tout pour nous rapatrier, mais que le Front Polisario niait nous avoir comme otages » il poursuit : « Mon plus grand choc a été l’arrivée à Agadir, je ne reconnaissais presque rien, les routes, les bâtiments, j’avais oublié qu’il était possible de respirer sans un sentiment d’oppression, pendant trois mois, je suis resté enfermé chez ma fille, je refusais de voir l’extérieur, ma mémoire a été violée ».

De sarita a 23 de Dezembro de 2007 às 10:15

Tindouf : 40° à l'ombre
Ecrit par Abdelhak Kettani
24-11-2007
Barbelés, miradors, Jeeps, armes légères, l’arsenal est de poids. Les hommes plaisantent entre eux, puis ouvrent la barrière pour laisser un blindé léger pénétrer dans le camp. Pourtant, pas d’adversaire en vue, tout juste quelques gamins qui jouent au football. Une femme veut aller tirer de l’eau, elle doit d’abord passer par les gardes, qui s’assurent qu’elle ne transporte rien d’autre qu’un seau vide.Quelques dizaines de tentes viennent briser la monotonie du paysage. Plusieurs milliers de personnes vivent ici.Nous sommes à Tindouf, sud de l’Algérie, 40° à l’ombre, 90 000 civils et presque autant de militaires.Nous sommes bien en 2007, bienvenue dans l’enfer des camps du Polisario.Depuis 30 ans, au mépris de tous les droits humains les plus élémentaires, des milliers de personnes issues du Sahara Marocain sont enfermées, leurs gestes épiés, leurs déplacements contrôlés, leur nourriture revendue, leurs esprits conditionnés, tout cela, pour un but, un seul : permettre à la République Algérienne Démocratique et Populaire d’assouvir sa stratégie de puissance régionale. Comment cette escroquerie de l’histoire a pu se dérouler dans le silence assourdissant de la communauté internationale ? La réponse est complexe, elle part d’Alger, passe par la Havane, a des ramifications à Lagos, transite par Pretoria, et se retrouve au conseil de sécurité de l’ONU, alors que le fond de l’affaire est d’une limpidité cristalline : aujourd’hui, en 2007, des milliers de personnes sont enfermés dans des camps, dirigés par le même clan depuis les origines, et surveillés par une armée de métier.Intimidations, tortures, disparitions inexpliquées, toute la gamme d’exactions a été exploitée par les dirigeants du Front Polisario pour assurer un contrôle total sur les corps et les esprits des habitants des camps de Tindouf. Aujourd’hui, il est temps que cela cesse…


De sarita a 23 de Dezembro de 2007 às 10:17

Les geôliers bientôt prisonniers : La justice internationale rattrape le Polisario et l’Algérie

Ecrit par Abdelhak Kettani
14-12-2007
C’est une véritable « bombe » médiatique qui a été lancée aujourd’hui 14 Décembre 2007 à travers la plainte de victimes sahraouies auprès de l’audience Nationale Espagnole pour « Génocide et Terrorisme » à l’encontre de 28 hauts responsables du Polisario et de l’Algérie. Fait inédit, c’est la première fois que la Justice Internationale s’intéresse au cas des « Geôliers de Tindouf » et à leurs victimes. C’est donc une véritable prise de conscience de l’opinion publique internationale qui est en train de s’amorcer, alors que des soupçons de pratiques d’esclavagisme au sein des camps de Tindouf se font de plus en plus précis. , Saadani Maoulainine, Dahi Aguai, et Hosein Baida Abdelaziz ont décidé de porter leur combat pour la reconnaissance des exactions dont ils ont été victimes ainsi que leur famille sur le front de la Justice Internationale. Quiconque méprise le sens de l’histoire risque de se prendre une baffe, et les professionnels de l’univers carcéral que sont les membres du front Polisario et la sécurité militaire algérienne entendent maintenant un bruit de clés lancinant, celui des barreaux qui se refermeront bientôt sur eux…la liste exhaustive dans la suite.1. SIDAHMED BATTAL.2. SIDI WAGAG.3. EL JALIL AHMED.4. BRAHIM GHALI.5. JANDOUD MOHAMED.6. ABDELWODOUD EL FERI.7. MOHAMED SALEM SANOUSSI "SALAZAR".8.TALEB HAIDAR.9. BRAHIM BEIDILA.10. MAHJOUB "LINCOLN".11. MOHAMED LAMINE BUHALI.12. EDDA HMOIM.13. AHMEDU BAD.14. ALI DABBA.15. BACHIR MOUSTAFA SAYED.16. MOHAMED JADAD.17. MOLUD LEHSEN.18. MOHAMED HNYA "DERBALI".19. MOHAMED ALI HNYA "DEGAULLE".20. LUCHAA OBEID.21. MOLUD DIDI.22. MAHFOUD HMEINA DUIHI "ALI BEIBA".23. MOHAMED FADELN "JAPON S".24. GENERAL LAMARI.25. NABIL "KADOUR".26. NADIM BENASER.27. MAHFOUD.28. ABDERRAMAN BOUH "MICHEL".

De omar a 21 de Novembro de 2010 às 09:49
tu puta madre espanya eres una mentirosa una puta de nierda para polisario comete una polla grande para algeria zbe "likum kamlin a sbnyol de merda
De Anónimo a 28 de Fevereiro de 2013 às 17:03
A questão do sara ocidental é um assunto dos saraui unistas, veja a tendencia da solução num plano de autonomia que preserva a dignidade e soberania de Marrocos, como um pais forte e prospero para todo o Magrebe árabe... os ocidentais criaram o conflito que nunca exstia entre as parte....

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