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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

A orfandande intelectual da Human Rights Watch

A Human Rights Watch (HRW) atira-se mais uma vez contra a Revolução Cubana numa vã tentativa de manchar a impecável obra da Ilha a favor da dignidade e dos verdadeiros direitos humanos de mais de 11 milhões de cubanos.

 

Nesta quarta-feira, numa já enfadonha reiteração da mensagem anticubana, acusou a Ilha de não melhorar o seu "comportamento" em matéria de direitos humanos e inclusivamente, dá-se ao luxo de assinalar, mentindo ainda mais, que nalguns casos piorou.

Não há pior cego que o que não quer ver e é evidente a tentativa de atirar o salva-vidas oxigenante a uma minguada e desprestigiada contra-revolução interna, erguida e paga pelo lóbi anticubano no governo dos EUA, e em particular da máfia de Miami, que cada ano se torna mais irrelevante e dependente do dinheiro do contribuinte norte-americano.

Assim, acudindo à ficção científica, e com o seu eterno disfarce de organização não governamental, a HRW elaborou um enorme "relatório" no qual pretende apresentar mais uma vez o governo cubano como um repressor sistemático e criador de um clima penetrante de terror, como se as nossas ruas estivessem tomadas por forças militares e os cidadãos sem contar com nenhum direito fossem espancados brutalmente.

Nem têm imaginação. É o mesmo guião que já vimos muitas vezes ao longo de destas cinco décadas e que persegue o doentio propósito de justificar o fracassado e genocida bloqueio económico, comercial e financeiro norte-americano contra o nosso país, política que pela décima oitava vez consecutiva foi condenada esmagadoramente pela Assembleia Geral da ONU, nos finais de Outubro passado com 187 votos a favor.

A HRW, com o ajoelhado José Miguel Vivanco à frente, fazedor de escândalos contra tudo o que cheire a independência perante os Estados Unidos (passa-se o mesmo contra a Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua, Cuba), e os representantes da máfia de Miami, encontram-se desesperados e frustrados perante uma Cuba cada vez mais sólida, apesar do bloqueio e dos furacões, com um crescente prestígio internacional, o que propiciou o avanço de uma tendência na sociedade norte-americana que pede uma mudança na política relativa a Havana, que se exemplifica na iniciativa, com apoio bipartidário, do congressista Richard Lugar (Indiana) para eliminar todas as proibições de viajar à Ilha dos cidadãos estado-unidenses.

A subordinação da HRW à política ianque é de tal natureza que desconhece olimpicamente que, no dia 5 de Fevereiro passado, Cuba apresentou com êxito o seu relatório perante o mecanismo de Exame Periódico Universal do Conselho de Direitos Humanos, onde recebeu um esmagador reconhecimento pela sua obra humana e social e pelo desempenho nesta esfera.

Claro, desta vez em Genebra ficou evidente que, no contexto de um exercício de participação universal e de natureza objectiva, os Estados Unidos não podem submeter vontades mediante pressões, nem mesmo com a sequaz colaboração de organizações como a HRW. A verdade de Cuba não pôde ser silenciada.

Um grupo de 60 delegações, das 104 que se inscreveram, fez uso da palavra no diálogo interactivo daquela ocasião, na qual 51 reconheceram os esforços e resultados do nosso país em matéria de promoção e protecção de direitos humanos.

Os êxitos obtidos por Cuba na área dos direitos económicos, sociais e culturais mereceram um apoio esmagador. A cobertura universal, a gratuitidade e a excelência dos sistemas cubanos de saúde e educação reuniram reiterados elogios.

A HRW sabe, apesar da sua manifesta dependência da política imperial ianque, que Cuba tem um digno e muito amplo historial em matéria de cooperação com todos os mecanismos de direitos humanos. A nossa nação participa como Estado em 41 dos tratados mais importantes nesta esfera e cooperou, historicamente, com os mecanismos de direitos humanos que se aplicam de forma universal e sobre bases não discriminatórias.

O "Chefe para as Américas" da HRW, o chileno José Miguel Vivanco residente em Washington, procura como recurso para defender a sua vassalagem, a já habitual apresentação como vítima e de que é atacado, porque aos governos latino-americanos que formam a ALBA não gostam que os critiquem.

Vivanco quer acudir a essa matéria obscura, porque sabe que tem muitos trapos sujos, como desmascarou o nosso colega Jean Guy Allard, ao mencionar as suas duvidosas relações com a fauna do Capitólio de Washington vinculada à Agência Central de Inteligência (CIA), os mais recalcitrantes "piti-ianques" venezuelanos e com a máfia cubana americana, e, obviamente, os seus laços estreitos com os Repórteres Sem Fronteiras e com outras organizações "internacionais", cuja vinculação com a CIA está já estabelecida.

Não são ataques, mas verdades que doem. Assim são esses ajoelhados.


Texto de Juan Diego Nusa Penhalver, publicado em www.granma.cubaweb.cu a 19 de Novembro de 2009. Tradução de Alexandre Leite para a InfoAlternativa.

 

publicado por Alexandre Leite às 12:00
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